Treino na praia

Prejuízos de viver em estado de sobrevivência (estresse)


Existem basicamente estados de vida:

Estado de criação: Aonde estamos focados, a gente pega a forma de pensar e fluir e conforma de acordo com a imaginação em relação ao que queremos. Está associado com o que desejamos viver.

Estado de sobrevivência física de estresse: A maioria da população está inserido nele. Ele não é necessariamente ruim. Ele é necessário. Os animais tem esse estado (quando estão sendo caçados). A adrenalina e o cortisol são liberados pelo sistema nervoso e enviados aos membros para que ele possa fugir, correr, ter agilidade. Mas quinze minutos após ele volta a homeostase e ao seu estado normal. A energia da periferia é realocada para dentro do corpo. Nós seres humanos conseguimos ativar esse estado através do pensamento sem uma ameaça real e conseguimos sustentar isso por muito tempo. Viver nesse estado pode ser viciante. Temos a tendência de ficar alimentando pensamentos ruins, e revisitar sensações ruins que passamos. Revivendo isso colocamos nosso corpo em um estado de sobrevivência e estresse. Uma outra forma é com relação ao pessimismo em relação ao futuro. A gente perde a possibilidade de viver coisas incríveis porque estamos com um olhar negativo ou por medo de algo que não temos controle acontecer. Porém é muito prazeroso viver nesse estado, porque ele libera hormônios como a adrenalina, que ativam o sistema nervoso, deixam ele ligado. Neste caso, toda energia está voltada para o exterior, aonde não temos controle. O problema que a imunidade cai muito no estado de sobrevivência. Porque a energia não está alocada para crescimento e reparo. Estando mais suscetíveis à doenças como câncer, doenças auto-imunes, osteoartrite, alergias, dores crônicas. Acontece também com pessoas que estão sempre treinando e tentado se alimentar e não tem resultado. Porque a energia está alocada para fuga e não crescimento e reparação do corpo como mencionado anteriormente. Ou seja a energia está voltada para fora. Para aguçar os sentidos físicos e fazer com que a circunstâncias do ambiente entrem e tragam mais estresse para nós. Sendo assim não se tem energia para fazer uma boa digestão, ou construir uma base muscular, obter resultados, ser produtivo, alcançar suas metas de vida. Precisa-se de alocar a energia para o interior do corpo, para um melhor foco, maior produtividade e um melhor alinhamento. Um outro aspecto é que toda essa energia alocada nas extremidades para fuga quando não utilizada são rearmazenadas na maioria das vezes em forma de gordura.

A emoção e os sentimentos bem ou mal são sinalizadores para a genética. Conseguimos ativar ou silenciar genes. Vivendo em estado de estresse o sinal mandado é o de desequilíbrio. Internalizamos esse processo, nos viciando nesses hormônios e o corpo acaba procurando isso. Então vamos criando doenças por viver em desequilíbrio. Precisamos vencer o ego externo, superar os medos relacionados ao ambiente (financeiro, medo de morte, medo da rejeição, medo da solidão, medo de não dar conta, medo de não ser produtivo, medo do sucesso) porque quando não conseguimos, nos tornamos pessoas reativas, que não conseguem pensar e agir da forma mais adequada de acordo com os princípios. Uma vez que superamos esse medo a gente consegue voltar ao "eu interior" aonde a energia está voltada para a criação da realidade de acordo como gostaríamos, inclusive viver nossa própria identidade.

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