Treino na praia

Obesidade e a sociedade


A gordofobia é um termo criado para indicar o preconceito de pessoas que julgam o excesso de peso como algo desprezível e que não merece o respeito.

Segundo o vice presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), pesquisas indicam que o ganho de peso não ocorrem somente por falta de disciplina ou irresponsabilidade pessoal, mas depende de fatores metabólicos, biológicos e genéticos. No Brasil uma a cada cinco pessoas se encontra em sobrepeso. A projeção da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que cerca de 2,3 bilhões de pessoas estejam acima do peso, sendo 700 milhões obesas, até 2025.

É importante mencionar que o sobrepeso deixa as pessoas mais pré-dispostas à doenças como hipertensão, doenças artério coronarianas, entupimento de veias e artérias por gordura, diabetes. Porém em um periódico científico publicado em 2020 pela Nature Medicine, assinado por mais de 100 instituições de todo o mundo, constatou que o preconceito contra a obesidade compromete a saúde, dificulta o acesso de pessoas acima do peso ao mercado de trabalho e a tratamentos adequados, afeta suas relações sociais e a saúde mental sendo a taxa maior em mulheres.

Entre as crianças, os efeitos do estigma social também é preocupante. Estudos apontam que crianças e adolescentes com sobrepeso ou obesidade vítimas de bullying são significativamente mais propensos a sofrer com ansiedade, baixa autoestima, estresse, isolamento, compulsão alimentar e depressão quando comparado com adolescentes magros.

Um estudo canadense utilizou acelerômetros para medir a atividade física de crianças e adolescentes de 6 a 19 anos entre 2007 a 2009. A pesquisa concluiu que as meninas com obesidade deram mais passos diários do que as que estão na faixa de peso ideal. Achados semelhantes também já foram observados em adultos.

As evidências científicas indicam outras causas para a obesidade, incluindo a genética, fatores epigenéticos, fatores de origem alimentar, privação de sono, disritmia circadiana, estresse psicológico, desreguladores endócrinos, medicamentos e efeitos intra-uterinos e intergeracionais, entre outros. Sendo assim se faz de suma importância investigar com profissionais qualificados, (um bom endócrino, psiquiatra) as razões para tal quadro , para que possamos intervir na causa do problema.

De uma forma geral é importante buscar uma qualidade de vida, fazer exames médicos e físicos periódicos, procurar ter uma alimentação saudável, praticar atividade física, beber água, cuidar da mente.

Se você procura emagrecer procure um profissional qualificado. Faça exames, procure um profissional de educação física. Aprenda a curtir o processo, sem loucuras, sem dietas milagrosas, celebrando as pequenas conquistas. Para o corpo humano é mais vantajoso perde de 2 em 2 quilos por mês do que 10 quilos no mesmo mês. Porque para que a segunda opção ocorra, você necessita mudanças drásticas, como dietas restritivas e administração de produtos que podem não ser muitos saudáveis. E quando você sai dessa dieta, você ganha esse peso todo de novo, ou até em mais quantidade. Não existe fórmula mágica. O que existe é consistência, dedicação, força de vontade. Procure estar envolto de pessoas que vão te motivar e ficar feliz com seus resultados. Porque quem te critica, vai sempre te criticar.

Sinta-se a vontade para visitar o site www.thundertraining.net. Lá você vai encontrar vários programas de treinamento físico e com certeza um deles irá atender suas necessidades.



12 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo